Covers que superam o original #1-10

Essa lista eu tinha feito no Facebook, mas resolvi trazer para o blog. Em geral o meu critério para “superar o original” é eu ter ficado surpreso ao descobrir que a música na verdade é um cover, e o autor original ou é desconhecido ou a versão cover é tão superior que ninguém lembra dela, mesmo sendo de alguém popular.

(atenção: por ser este um blog pessoal, a lista é extremamente subjetiva. Discordâncias civilizadas são bem-vindas nos comentários).

Vamos à lista dos 10 primeiros:

“Respect”, versão da Aretha Franklin (o original é de Otis Redding)

“I Will Always Love You”, versão da Whitney Houston (original é de Dolly Parton)

“Twist and Shout”, versão dos Beatles (original é dos Top Notes)

“All Along the Watchtower”, versão da Jimi Hendrix Experience (original é do Bob Dylan)

“Proud Mary”, versão de Ike & Tina Turner (original é do Creedence Clearwater Revival)

“(Get Your Kicks On) Route 66″, versão do Chuck Berry (original é do Nat King Cole)

“Bridge Over Troubled Water”, versão da Aretha Franklin (original é de Simon & Garfunkel)

“Sunshine of Your Love”, versão da Ella Fitzgerald (original é do Cream)

“I Heard You Through the Grapevine”, versão do Marvin Gaye (original é de Gladys Knight & The Pips)

“I Heard You Through the Grapevine”, versão de 11 minutos da Creedence Clearwater Revival

Amanhã tem mais.

Lista: coisas que eu sinto falta | coisas que eu não sinto falta

Coisas que eu sinto falta (não estão em ordem de preferência, apenas em ordem de memória):

  1. O Xis-Costela do Rapach Lanches
  2. Lancheria do Parque (na Avenida Oswaldo Aranha)
  3. Pôr-do-sol do Guaíba
  4. Tomar café e discutir ciência com o Prof. Hugo Verli em frente ao Parque da Redenção
  5. Gente querida (Professores, mestrandos, doutorandos e pós-docs) do Bloco K1/K2 do Instituto de Química da UFRGS
  6. Temperaturas abaixo dos 14 graus Celsius
  7. Minha moto *suspiro*
  8. Meus pais, meus irmãos, minha família
  9. Ir num jogo do Grêmio Football Portoalegrense (não faço isso desde 1997!)
  10. Almoçar no RU da UFRGS, pela experiência gastroantropológica
  11. Assistir o Show do Ratinho no DAFF durante o intervalo das aulas junto com meu grande amigo Ângelo
  12. Amigos de Canoas (a lista é grande)
  13. Tocar piano acompanhando o Franco Mello
  14. Cantar músicas bregas dentro de um laboratório de pesquisa
  15. Trensurb

E das coisas que não sinto falta:

  1. Temperaturas acima dos 35 graus Celsius
  2. Muvucas, gente que faz barraco
  3. Os pratos especiais do RU da UFRGS (especialmente a Lasanha de bolacha maria)
  4. Dessa história dos cariocas chamarem bolacha de biscoito
  5. Temperaturas acima dos 40 graus Celsius
  6. Burocracia do Serviço Público Federal
  7. Dias ruins em que a saudade aperta
  8. Alpargatas
  9. Estar desempregado
  10. Ter carro velho
  11. Ter carro, para falar a verdade. O transporte público do Rio poderia ser decente, falando nisso…

Sabadão Musical #8: Robert Cray

Este sabadão musical vai para um dos menos conhecidos bluesman em atividade. Estilo único (alguns chamam de guitar-based Blues), usuário de várias guitarras Fender e sempre acompanhado por uma boa banda.

Com vocês, a música Side Dish de seu último álbum Nothin’ but Love (2012).

 

 

Artigo publicado

Um dos trabalhos de pesquisa sob minha coordenação foi publicado na revista Chemical Biology & Drug Design.

A referência vai abaixo:

de Paula, F. T., Frauches, P. Q., Pedebos, C., Berger, M., Gnoatto, S. C. B., Gossmann, G., Verli, H., Guimarães, J. A. and Graebin, C. S. (2013), Improving the Thrombin Inhibitory Activity of Glycyrrhizin, a Triterpenic Saponin, Through a Molecular Simplification of the Carbohydrate Moiety. Chemical Biology & Drug Design, 82: 756–760. doi: 10.1111/cbdd.12204

Sabadão Musical #7: Austin Wintory

O sabadão musical de hoje vai para algo mais instrumental. E um pouco diferente do esperado para o instrumental.

O vídeo abaixo é de uma peça chamada ‘apotheosis’, composta e executada por Austin Wintory. Faz parte da trilha sonora de um jogo chamado Journey, disponível para o PlayStation 3 apenas (infelizmente). Se você não conhece Journey, basta o seguinte: é o jogo que me faz ter vontade de comprar um PS3.

Tanto o jogo em si quanto a trilha sonora receberam vários prêmios mundo afora. Inclusive, a trilha sonora de Journey foi a primeira trilha sonora de um video game a ser indicada para o prêmio Grammy (que acabou perdendo para a trilha do filme The Girl with the Dragon Tattoo).

 

 

Austin Wintory colocou no YouTube a trilha sonora completa do jogo, com comentários sobre cada uma das composições.

Sabadão Musical #6: Village People

“Procura-se por ‘machões’. Devem saber dançar e ter bigode.”

 

Foi com esse anúncio que Jaques Morali e Henri Belolo recrutaram a trupe de dançarinos que fizeram parte de um dos grupos mais épicos da discoteca: Village People. (Sim, você conhece o operário, o índio, o policial, o soldado e o caubói).

É desse grupo o DVD de show musical mais bizarro que eu já vi. Village People Live in Japan. Para aqueles que tem um amor pelo trash, recomendo.

O nome do grupo é uma referência ao bairro Greenwich Village de New York, conhecido pelo grande número de moradores gays.

Deixo com vocês o mais que clássico vídeo para a canção “In the Navy”, que foi feito com a ajuda da Marinha dos EUA (acreditem ou não, havia a ideia de se usar o vídeo como propaganda de recrutamento).

 

Sabadão Musical #5: Yellow Submarine

Yellow Submarine não é, nem de longe, o melhor disco lançado pelos Beatles. (Não estou falando da música, lançada junto do álbum Revolver, o qual eu considero o melhor disco feito pelos fab four).

Mas também não é um disco ruim – até porque falar em Beatles e “disco ruim” na mesma frase não dá.

Yellow Submarine é a trilha sonora para a animação muito louca lançada no final dos anos 60. Para a época, muitas inovações técnicas e muitas ideias em forma de filme que influenciaram muita gente depois. Josh Weinstein chega a dizer que toda a animação moderna (incluindo Simpsons e Futurama, por exemplo) só existe por causa deste filme.

Na trilha sonora, o lado A eram músicas dos Beatles (algumas compostas pensando no filme, outras reaproveitadas de outros projetos) e o lado B são músicas instrumentais compostas por George Martin.

Deixo com vocês com o trecho do filme onde toca a canção Only a Northern Song, uma música do George Harrison composta para o Sgt Peppers (que acredite, é uma crítica a Lennon e McCartney, que não aproveitavam as músicas dele: “it doesn’t really matter what chord I play / what words I say or time of day it is / As it’s only a Northern Song” – Northern Songs é o nome da empresa pela qual Lennon e McCartney licensiavam suas canções dos Beatles).

George tinha tanta música composta quando os Beatles acabaram que o álbum solo All Things Must Pass saiu como um álbum triplo.

 

 

LaTeX, parte 8: editores

Embora seja possível preparar um documento (La)TeX com o Bloco de Notas do Windows, em geral é bem mais fácil trabalhar com um Editor Integrado, que tenha acesso direto aos comandos de console necessários para compilar o documento em um formato mais universal, como PostScript ou PDF.

Abaixo vai uma (pequena) lista dos editores disponíveis para Windows.

1. LEd – LaTeX Editor

Licensa: freeware

Site: http://www.latexeditor.org/

LEd já foi um dos melhores editores para o Windows. Infelizmente não é atualizado desde 2009 e não é compatível com MikTeX 2.9. Além disso, vários bugs da última versão permanecem sem correção. Não recomendo usar esse sistema em computadores em um Windows superior à versão XP.

 

2. WinEdt 8

Licensa: comercial (shareware)

Site: http://winedt.com/

Muito bom e recomendado. Mas a versão de avaliação dura 30 dias. Depois requer pagamento para usar a versão completa. Se o cartão de crédito está estourado, outras versões são recomendadas.

 

3. TeXmaker

Licensa: software livre (GPL)

Site: http://www.xm1math.net/texmaker/

Multiplataforma (Windows, Linux e Mac)

É um bom editor, embora o desenvolvimento tenha ficado lento nos últimos anos, o que levou ao desenvolvimento de versões paralelas (forks).

 

4. TeXstudio (antigo TeXmakerX)

Licensa: software livre (GPL)

Site: http://texstudio.sourceforge.net/

Multiplataforma (a versão para Mac é considerada experimental)

Fork do TeXmaker. É a IDE que eu uso, altamente configurável, com visualizador de PDF embutido que se aproveita do syncTeX para mostrar realçado no PDF o que está realçado no código-fonte. Também tem visualizador de PDF (poppler) interno que não requer que o mesmo seja fechado para recompilar o texto (ao contrário do Adobe Reader/Foxit Reader que trancam o arquivo).

 

5. TeXworks

Licensa: software livre (GPL)

Site: http://www.tug.org/texworks/

Multiplataforma

É um editor mais simples, focado a diminuir a barreira de aprendizado para novos usuários do LaTeX. Inspirado no TeXShop para Mac e criado pelo mesmo criador do XeTeX, é um bom editor. Mas para quem já tem mais intimidade com o LaTeX, IDEs mais completas provavelmente são mais atraentes.

 

6. TeXnicCenter

Licensa: software livre (GPL)

Site: http://www.texniccenter.org/

Apenas para Windows

Tão bom quanto o TeXstudio, com o adicional da interface de usuário ser mais parecida com programas nativos do Windows.

 

7. WinShell

Licensa: freeware

Site: http://www.winshell.org/

Apenas para Windows.